1º ARRAIAL DA FAMÍLIA EM PRINCESA ISABEL-PB.

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Apresentação da Quadrilha Junina da Escola Mundo Mágico.












Apresentação da Quadrilha Junina da Melhor Idade.


Elibéria e Silvana.


Zé Roxim e banda Estrela Musical.



Jandui sabino e família.
Dona Lení veio direto de Sampa curtir suas férias na terrinha.



Soneyde e Joaquim.
Grande Rogal.




A festa só não foi completa, devido a morte de José Ivaldo Limeira, que faleceu durante a festa de ataque cardíaco fulminante, o que entristeceu a todos. Daqui nossos votos de pesar e solidariedade a toda sua família.



Pe. Marcone e Frei Sérgio.
De Patos-PB , Banda Arrasta Xinela.

BRUNO E MARRONE NO SÃO PEDRO DE ÁGUA BRANCA.

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SÃO JOÃO EM PRINCESA 1º NOITE.

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No palco Banda Mulher Chorona.










AL suspende recebimento de doações de alimentos e roupas por falta de local para estoque

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A Defesa Civil de Alagoas informou nesta terça-feira (6) que está suspenso o recebimento de doações de alimentos, roupas e calçados ao Estado. Em nota, o órgão afirma que o quartel do Corpo de Bombeiros, em Maceió, e as prefeituras atingidas não têm mais sequer locais para armazenagem.


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A partir de agora só serão recebidos produtos como os de higiene pessoal e de casa, como fraldas, colchões, cobertores, palhas de aço e vassouras.

As doações em dinheiro também continuam (veja abaixo) e vão ajudar na compra de itens que forem faltando, conforme a necessidade, além da compra de barracas para os desabrigados.

Outro apelo feito pela Defesa Civil é pelo empréstimo de caminhões para a entrega das doações, já que boa parte do material arrecadado por instituições e empresas está guardado por falta de meio de transporte.

Até o fim de semana já tinha sido distribuídas mais de 45 mil cestas básicas aos desabrigados de Alagoas, sendo 35 mil delas doadas pela população.

Segundo o major Sandro Cavalcante, do Corpo de Bombeiros, a solidariedade da população chegou a causar espanto. “Roupa por exemplo, tivemos uma doação absurda. Chegou a um nível de descarte, e hoje temos um estoque significativo”, explicou.

Cavalcante explica que, graças à remessa de alimentos por parte do governo federal e demais Estados, o estoque está garantido para várias semanas.

“Desde o início da tragédia nós tivemos uma grande participação, não só da população alagoana, mas brasileira e dos outros Estados. E nós só temos a agradecer a confiança".


Serviço
Quem quiser informações sobre doações para Alagoas deve ligar para a Central da Defesa Civil: 0800 082 8989.

Doações também são recebidas pela Internet, por meio do site www.sosalagoas.al.org.br, que também está cadastrando voluntários que queiram ajudar no atendimento às vítimas das enchentes.

As contas para recebimento de doações em dinheiro são:

Banco do Brasil - C/C 5241-8 / Agência 3557-2 (Beneficiado: CBMAL – Defesa Civil)
Caixa Econômica Federal – C/C 955-6 / Agência 2735 / Operação 006 (Beneficiado – Defesa Civil)
Banco Bradesco – C/C 10000-5 / Agência 389-1 (Beneficiado: Defesa Civil)




Carlos Madeiro
Especial para o UOL Notícias
Em Maceió

Mais da metade das escolas públicas ficaram abaixo da média do Ideb

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Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil



Brasília - No ano passado, a maioria das escolas (56,2%) teve notas abaixo da média nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para os primeiros anos do ensino fundamental, que foi de 4,6 pontos, em uma escala que vai de 0 a 10. Em 2009, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) avaliou o desempenho de 43.400 escolas públicas, por meio do Ideb.

Dessas, 57,6% conseguiram atingir as metas estabelecidas para as séries iniciais do ensino fundamental. Outras 20% não conseguiram alcançar suas metas e 22,38% não tinham metas estabelecidas, por não terem participado da avaliação em 2005, quando o Ideb começou a ser instituído.

O Ideb é calculado a cada dois anos e serve para avaliar a qualidade do ensino público no país. Cada escola tem uma meta e recebe uma nota, levando em conta o rendimento escolar e as notas obtidas pelos alunos na Prova Brasil.

Ao criar o Ideb, o Inep estabeleceu metas de qualidade que devem ser atingidas pelo país, pelos estados, municípios e pelas escolas. Assim, levando em conta a realidade de cada local, cada instância deve evoluir de forma a contribuir para que o Brasil atinja a média 6 em 2021, que é o patamar dos países mais desenvolvidos.

A nota mais baixa registrada entre as escolas foi 0,2, atingida pela Escola Estadual Jovem Protagonista, que fica em Belo Horizonte. Em seguida, aparecem as escolas municipais Firmo Santino da Silva, em Alagoa Grande (PB), Professor Francisco de Assis Cavalcanti, em Natal (RN) e Boa União, em Eunápolis (BA), todas com nota 0,5.

As três escolas com notas mais altas são de Cajuru (SP), o mesmo município que ficou em primeiro lugar no Ideb. A escola Aparecida Elias Draibe ficou com nota 9, e as escolas André Ruggeri e Dom Bosco tiraram 8,8.




Edição: Graça Adjuto

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Bombeiros pedem doação de material de higiene e de limpeza para vítimas das enchentes

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As vítimas das enchentes em Alagoas, que castigaram vários municípios do interior do estado há duas semanas, necessitam de materiais de higiene pessoal, como escova de dentes, e de limpeza, como esponjas de aço, além de colchões, cobertores e calçados.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Alagoas, os governos federal e estadual estão atendendo às necessidades dos desabrigados e desalojados por água e alimentos. No momento, a maior preocupação é conseguir caminhões para o transporte dos mantimentos.

Em Alagoas, 28 cidades foram atingidas pelas enchentes. Dessas, quatro (São Luiz do Quitunde, Matriz do Camaragibe, Jundiá e Ibateguara) estão em situação de emergência. Outras 15 (Quebrangulo, Santana do Mundaú, Joaquim Gomes, São José da Laje, União dos Palmares, Branquinha, Paulo Jacinto, Murici, Rio Largo, Viçosa, Atalaia, Cajueiro, Capela, Jacuípe e Satuba) decretaram estado de calamidade pública.

As enchentes no estado atingiram 181 mil pessoas e provocaram 37 mortes. Outras 69 estão desaparecidas. Ao todo, 26.618 pessoas estão desabrigadas e 47.897 desalojadas.

Segundo o Corpo de Bombeiros de Alagoas, 950 homens estão envolvidas nas ações humanitárias. Além do efetivo do estado, trabalham nas buscas e na ajuda aos desabrigados militares, bombeiros e civis do Distrito Federal, Rio de Janeiro, de São Paulo, Sergipe e do Rio Grande do Sul.



Ivan Richard
Enviada especial da Agência Brasil
Em Maceió